Bateu Matou no Festival Vapor

Novas confirmações completam cartaz

palcosecundario - 26/06/2025, 19:15

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Os concertos de Bateu Matou, Bia Maria, Memória de Peixe e Sarah MacCoy, e um DJ set de forest completam o cartaz musical da edição deste ano do Festival Vapor, juntando-se aos já anunciados Expresso Transatlântico, Mão Morta e Selma Uamusse. O festival acontece de 12 a 14 de setembro, no Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento. Com uma programação que aprofunda um maior diálogo entre a estética Vapor e projetos mais transversais, a edição deste ano marca também a estreia de nomes internacionais na programação, ao mesmo tempo que aposta em nomes locais e regionais.

 
 
 
 
 
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Bateu Matou são Ivo Costa, Quim Albergaria e Riot, três mestres do ritmo, que juntam percussão e eletrónica para incendiar pistas de dança. Têm novo álbum a ser lançado este ano, do qual é conhecido, para já, o novo single Pomperó. Este supergrupo promete aquecer a pista com uma fusão intensa de percussão, eletrónica e ritmos globais, através de uma abordagem que celebra a multiculturalidade e a dança como forma de expressão coletiva.

Natural de Ourém, Bia Maria é padroeira do ato de “escreviver”, convocando melodias com origem no fado, na pop, na bossa nova e no canto popular, para as condensar numa sonoridade que tanto tem de terra-a-terra como de sonhadora. A artista multifacetada destaca-se pela sua voz doce, letras poéticas e estética visual marcante. Cantora, compositora e performer, mistura fado, spoken word, pop alternativo e música eletrónica, criando um universo sonoro intimista e contemporâneo.

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Memória de Peixe é, neste momento, um trio, composto por Miguel Nicolau (guitarra e loops), Pedro Melo Alves (bateria e eletrónica) e Filipe Louro (baixo e vozes), que levam ao Entroncamento um disco novo, III (2025), e um cruzamento entre indie pop experimental, jazz, psicadelismo e hip hop com um forte sentido visual. O nome da banda é uma referência irónica à ideia de esquecimento rápido e contrasta com a profundidade e complexidade das suas composições.

Diretamente de Nova Orleães para a cena musical jazz e blues da Europa, Sarah McCoy é o primeiro nome internacional no Vapor. Este regresso a Portugal faz-se para um concerto de voz e piano que recupera o alinhamento dos seus dois discos de originais, Blood Siren (2019) e High Priestess (2023), e revela alguns temas inéditos. Sarah McCoy é visceral e arrebata quem se deixa levar pela sua voz intensa, poderosa e emocional, que mistura blues, soul, jazz e cabaret noir.

O cartaz musical inclui ainda um DJ set de forest, que manterá o ritmo do festival vibrante até ao final. Assim mesmo, sem maiúscula inicial, numa sólida convivência entre o que estávamos mesmo a querer ouvir e o que não fazíamos ideia que existia, mas que sentimos com os músculos todos sobre a pista.

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Os bilhetes para o Festival Vapor continuam disponíveis na Ticketline, na BOL e na bilheteira do Museu Nacional Ferroviário. Até 31 de agosto, o passe de três dias custa €15, enquanto os diários estão à venda por €6. A partir de 1 de setembro, os preços aumentam para €20 e €8, respetivamente. A entrada é paga a partir dos 12 anos de idade.

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Festival Vapor 2025

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Foto: Facebook @bateumatou

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