NPS’22: Holy Nothing foram bons anfitriões

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Os Holy Nothing, formados na cidade do Porto, em 2013, por Pedro Rodrigues, Nélson Silva e Samuel Gonçalves, jogaram em casa, no arranque deste segundo dia de NOS Primavera Sound. A abrir as hostilidades no palco Cupra, foram duplamente anfitriões ao receber o público no palco e na sua terra natal, em simultâneo, e assumiram bem e de forma bastante assertiva esse papel.


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Já bem conhecidos do público festivaleiro português, os Holy Nothing, que se movimentam pelos infinitos caminhos da cena eletrónica, aproveitaram a oportunidade para deixar um bom cartão de visita ao público estrangeiro, que se mostrou impressionado com as sonoridades irreverentes, inquietantes e desconcertantes do grupo, em temas como RuídoRely On e Mind.


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Pela proximidade com a zona de entrada no festival e pelo facto de ser o único palco com lugares sentados, o concerto, dedicado ao manager Bruno Rocha, que não pôde estar presente, atraiu e convenceu, seguramente, o público que optou assistir a este espetáculo. A área envolvente acabou, entretanto, por ser convertida numa autêntica pista de dança, às 17 horas e sob um calor abrasador.


Nota: Fotos do concerto ainda não disponibilizadas pela organização.


Foto:   Facebook @holynothingmusic - © João Octávio Peixoto

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