SBSR’19: No admirável mundo de Janelle Monáe

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Janelle Monáe, a única mulher do dia a pisar o Palco Super Bock, apresentou um espetáculo pop, com mudanças de figurinos e estéticas planeadas ao detalhe, que juntou música, dança e performances teatrais. 


À semelhança de Phoenix, na noite de ontem, também a artista terminou aqui a sua digressão europeia, de apresentação do mais recente álbum de originais, Dirty Computer, editado em 2018, partindo depois para a Ásia e EUA.


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Com um alinhamento bem estruturado, com singles do presente e do passado, Janelle abriu o concerto com Crazy, Classic Life,e logo o tom R&B, em fusão com sonoridades pop e ritmos funk, bem característicos da cantora, tratou de despertar os mais distraídos, que, irrequietos, esperavam pela estreia de Migos.


Janelle Monáe teve uma atuação energética, foi comunicativa com o público e mostrou o seu lado ativista, de apoio a várias causas. “Temos de continuar a lutar pelos direitos das mulheres, pela comunidade LGBT, pela classe trabalhadora, pelos deficientes, pelos negros”, defendeu.


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O êxito Tightrope, de 2010, que catapultou a artista para as luzes da ribalta, encerrou a presença de Janelle, no Super Bock Super Rock, cinco anos depois do seu último gig em Portugal.


Setlist:
Crazy, Classic, Life
Screwed
Django Jane
Q.U.E.E.N.
Electric Lady
PrimeTime
Pynk
Yoga
I Like That
Make Me Feel
I Got the Juice
Cold War
Tightrope


Foto:   Janelle Monáe @Super Bock Super Rock - © Inês Meira

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