Talento e inovação no MEO Marés Vivas

moche.png


Faltam menos de dois meses para o regresso do MEO Marés Vivas, que volta a animar o antigo Parque de Campismo da Madalena, em Vila Nova de Gaia, de 18 a 20 de julho. Depois de anunciado o cartaz do Palco MEO, é, agora, a vez do Palco MOCHE ganhar destaque com três dias repletos de talento, inovação e novas vozes da música portuguesa e lusófona, afirmando-se como uma montra de vanguarda musical no festival, ao reunir nomes consagrados e novos talentos, numa celebração da diversidade e do futuro da música em português.


Relacionado: MEO Marés Vivas continua a esgostar


No dia 18, este espaço recebe Jéssica Pina, trompetista e cantora cuja formação em jazz e presença internacional — tendo integrado a digressão MADAME X de Madonna — fazem dela uma das artistas mais singulares da nova cena nacional. Segue-se Milhanas, uma das grandes promessas da nova música portuguesa. Com apenas 23 anos, a cantora e compositora já foi nomeada para os Globos de Ouro, conquistando o público com letras poéticas, uma sonoridade que cruza jazz, música moderna e gospel, e atuações arrebatadoras. Ainda no mesmo dia, Insert Coin regressam ao Palco MOCHE, com o seu projeto multimédia liderado por João Paulo Sousa e Joel Rodrigues. Muito mais do que um concerto, os Insert Coin trazem um espetáculo imersivo e nostálgico que percorre três décadas de cultura pop e música, com humor, vídeos e interação total com o público.






 


 

 



 

 


Ver esta publicação no Instagram


 



 

 

 



 

 



 

 

 




 

 


Uma publicação partilhada por MEO Marés Vivas (@meomaresvivas)




 

RelacionadoBilhetes esgotados no MEO Marés Vivas


O segundo dia terá Gonçalo Malafaya, cantor e compositor portuense com percurso internacional. Depois de escrever para nomes como Mariza e Paulo Gonzo, estreia-se agora em nome próprio com Estação, um single emocional onde o desamor se desenha em paisagens sonoras delicadas. Beatriz Rosário, intérprete de fado contemporâneo, apresenta uma nova abordagem ao género, fundindo tradição com inovação. Reconhecida pela sua voz intensa e estética apurada, é uma das mais promissoras artistas do novo fado. O Brasil marca presença com Carol Biazin, uma das maiores forças criativas da pop contemporânea lusófona. Com mais de 80 milhões de streams e colaborações com artistas como Baco Exu do Blues e Gloria Groove, Carol chega ao MEO Marés Vivas após uma tour esgotada no Brasil.


RelacionadoMEO Marés Vivas reforça cartaz


A encerrar o festival, no dia 20 de julho, estará Zarko, artista madeirense que apresenta uma fusão entre introspecção e sonoridades urbanas. Com temas como 1,2,3, Aprovação e o recente Só Faltam 10, afirma-se como uma das novas vozes mais autênticas da música portuguesa. No mesmo dia sobe ao palco Lhast, um dos nomes mais influentes da música urbana portuguesa. Começou como produtor de álbuns de culto como Lisboa (Richie Campbell) e #FFFFFF (ProfJam), mas foi como artista a solo que se tornou presença assídua nas playlists nacionais. Com dois álbuns lançados e um terceiro a caminho, Lhast promete trazer ao palco novas sonoridades e a intensidade lírica que o caracteriza. A encerrar, Jimmy P, figura incontornável do hip-hop nacional. Com uma carreira sólida e várias distinções, Jimmy P regressa ao MEO Marés Vivas com um espetáculo que cruza autenticidade, mensagem e performance ao mais alto nível.


RelacionadoOzuna sobe ao palco do MEO Marés Vivas


O entusiasmo do público para esta 17ª edição está a refletir-se na forte procura de bilhetes para o festival. Os ingressos para 20 de julho e os passes gerais, que garantem acesso aos três dias do evento, já se encontram esgotados, confirmou a organização do festival. Continuam à venda, por esta altura, apenas diários para os dias 18 e 19, por €50, disponíveis nas lojas MEO, na MEO Blueticket e nos locais habituais.


 


MEO Marés Vivas 2025


mmv257.PNG


 


Foto:   Instagram @moche

0